Terminal

O Terminal dá a você um shell direto no navegador, sem precisar abrir SSH a partir da sua máquina. O PrimeForge inicia uma sessão PTY (pseudo-terminal) no servidor através do Agent — o binário Go que roda em cada servidor gerenciado — e transmite essa sessão para o painel por WebSocket. Você digita no navegador e os comandos rodam no servidor, em streaming, como em um terminal comum.

Página Terminal com o seletor de servidor e a sessão de shell no navegador

O terminal do servidor

Você abre o terminal em Resources → Terminal na barra lateral. A página tem um seletor de servidor no topo: escolha qualquer servidor pronto (Ready) da sua organização e a sessão abre naquele servidor.

Alguns pontos importantes:

  • Sem SSH da sua parte — a sessão não usa uma conexão SSH saindo do seu computador. Ela é aberta pelo Agent que já está no servidor e chega até você tunelada pelo painel. Você não precisa configurar chaves nem liberar portas na sua máquina.
  • Streaming em tempo real — a saída aparece conforme os comandos rodam, como em qualquer terminal.
  • É um shell de verdade — você navega pelos arquivos, inspeciona logs, checa serviços e roda comandos administrativos no host, dentro do que o servidor permite.

Como exemplo, no ambiente da Empresa XPTO você poderia abrir o terminal no Servidor Principal (All-in-One) para inspecionar os serviços de banco e Redis, ou no Servidor de Sites (App Server) para olhar os containers dos sites.

O terminal por site

Além do terminal do servidor, cada site tem seu próprio terminal, acessível a partir da navegação do site. A diferença é o onde: enquanto o terminal do servidor abre um shell no host, o terminal por site abre uma sessão dentro do container do site.

Use o terminal por site quando quer rodar comandos no contexto exato da aplicação — por exemplo, um php artisan tinker, inspecionar o .env efetivo que o container está enxergando, checar dependências instaladas ou rodar um comando php artisan pontual. Ele já entra no container com o usuário e o ambiente corretos da aplicação, sem que você precise descobrir o nome do container e dar docker exec na mão.

Limites de sessão

Terminais consomem recursos e abrem um canal privilegiado, então há limites em vigor para mantê-los seguros e sob controle:

  • Encerramento por inatividade — a sessão fecha automaticamente após 15 minutos sem atividade. Se você deixar o terminal aberto e esquecido, ele se encerra sozinho.
  • Máximo de sessões simultâneas — no máximo 3 sessões por servidor ao mesmo tempo, um limite garantido pelo próprio Agent. Se você já tem três abertas naquele servidor, feche uma antes de abrir outra.
  • Tudo é auditado — cada sessão fica registrada no Audit Log (quem abriu, quando e em qual servidor), então há uma trilha de auditoria de todo acesso via terminal.

O terminal executa comandos reais no servidor ou dentro do container, com privilégios administrativos. Trate cada sessão com o mesmo cuidado de um acesso SSH direto — um comando destrutivo aqui tem o mesmo efeito que teria em um SSH.

Próximos passos